• Artigos 30.04.2010 No Comments

    Principais tópicos
     
    - Os primeiros sintomas da fadiga que ocorrem durante a prática de exercícios no calor, podem ser devidos aos efeitos diretos de hipertermia, ou dos efeitos indiretos, associados a uma diminuição de débito cardíaco e uma redução concominante do VO2 max, resultado de uma menor circulação sangüínea periférica.
    - O calor produzido como produto do metabolismo durante o exercício é dissipado da pele por convecção, radiação e evaporação. Em ambientes quentes, a dissipação do calor por convecção, radiação é mínima e a sobrecarga de calor produzida pelo exercício é dissipada pela evaporação. Em ambientes quentes e úmidos, a dissipação do calor pela evaporação é mínima, podendo ocorrer uma hipertermia progressiva.
    - A desidratação progressiva resulta em uma diminuição também progressiva da eficiência das glândulas sudoríferas ao aumento da temperatura corporal, então o organismo passa a trabalhar com uma temperatura interna mais elevada durante o exercício. Consequentemente temos uma redução na margem de segurança entre o limite operacional e o limite da temperatura interna.

    Introdução

    A fadiga, em termos simples pode ser definida como a incapacidade do organismo em manter a produção de energia, ou a deficiência do organismo na manutenção de uma determinada tensão muscular por um determinado tempo (1). A fadiga que se desenvolve durante a contração muscular voluntária máxima tem uma causa diferente daquela que ocorre quando as contrações são moderadas e repetitivas, mas ambas são diferentes daquela que ocorre durante a prática de exercícios em ambientes quentes. Finalmente, todas as formas de fadiga são conseqüências da incapacidade do organismo em produzir energia em quantidade suficiente para suprir as necessidades de concentração dos músculos esqueléticos. Apresentaremos as vias de instalações da fadiga precoce que ocorre em ambientes quentes e que limita o desempenho físico.
    Para melhor entender o modo pelo qual a fadiga prejudica o desempenho físico, nós precisamos entender que a capacidade aeróbia máxima é dependente de diversos fatores e que alguns variam durante a prática de exercícios, principalmente em ambientes quentes. O rearranjo da equação de Fick nos mostra que a capacidade aeróbia máxima pode se modificar se qualquer de seus componentes se alterem:

    VO2max = [FC máx] [DC max] [ (a-v) O2 máx]

    Onde:

    VO2max = capacidade aeróbia max (ml O2/min.)

    FC max = máximo em batimentos cardíacos (batimentos/min)

    DC= débito cardíaco máximo (ml de sangue / batimento)

    (a-v) O2 max = utilização máxima de )2 (ml )2/ml sangue)

    Qualquer diminuição na FC max DC max ou na (a-v) O2 max durante exercícios físicos prolongados, por definição, diminuirá o VO2 max e consequentemente o desempenho ficará prejudicado. Por exemplo, um aumento agudo no volume de sangue periférico residual, abaixo dos níveis cardíacos (acúmulo venoso) decresce a pressão cardíaca máxima, DC max e potencialmente o VO2 max. A elevação excessiva da temperatura corporal durante o exercício pode ocasionar um acúmulo venoso, um menor DC máx, e talvez promova uma diminuição na utilização máxima de O2 [ (a-v) ], promovendo a instalação precoce da fadiga. As maneiras como essas modificações ocorrem estão descritas nos parágrafos seguintes.

    Transferência de calor no corpo

    Durante o exercício, a captação de oxigênio pelo músculo esquelético pode aumentar de cerca de 1.5ml/Kg-min no estado de repouso, até cerca de 150ml/Kg-min, durante atividade física em condições máximas.

    Finalmente, toda a energia liberada pelos músculos durante a atividade física é energia térmica (calor). Uma pessoa em repouso, libera uma quantidade de calor correspondente a cerca de 70 watts (70w=1Kcal/min.) Uma sobrecarga térmica dessa magnitude pode elevar a temperatura do organismo em 1 ºC a cada 5 a 8 min. se não ocorrerem modificações nos mecanismos de dissipação do calor. Pode ocorrer uma limitação dos exercícios em menos de 20 min. Antes do aparecimento dos sintomas da fadiga, devido a hipertermia. Estes sintomas variam desde uma ligeira tontura e desorientação até a perda da consciência. Obviamente, a atividade física intensa pode continuar por muito mais de 20 min., devido principalmente a efetividade do sistema regulador que age alterando a velocidade de transporte do calor, como resposta a estímulos específicos.

    Ao se praticar o exercício, a velocidade de produção de calor pelo músculo aumenta em função da intensidade do exercício, que transitoriamente é maior que a velocidade de dissipação do músculo. Saltin et al. (9) demonstraram que a velocidade do aumento da temperatura no músculo quadríceps é de aproximadamente 1ºC/min. durante os momentos iniciais da prática de exercícios de alta intensidade em ciclo ergômetro. O aumento do armazenamento de calor não pode continuar por que o metabolismo muscular pode ser inativado após 10 min. devido à hipertermia.

    O primeiro meio utilizado para remover o calor dos músculos durante o exercício é a sua transferência para o sangue pela via convectiva. A velocidade de transferência do calor é proporcional ao produto do fluxo sangüíneo local e a diferença de temperatura entre o músculo e o sangue arterial com uma temperatura igual a do organismo. Desta maneira, grande parte do calor produzido pelos músculos esqueléticos trabalhados é transferido para o organismo pela circulação venosa. Quando isso ocorre, a temperatura interna começa a se elevar, desencadeando reflexos que promovem um aumento da transferência do calor interno para a pele e desta para o meio ambiente. Os reflexos para a dissipação do calor servem para diminuir e eventualmente cessar o aumento da temperatura do organismo.

    A velocidade da transferência do calor interno para a pele é determinada pela diferença entre a temperatura interna e a da pele e o fluxo sangüíneo periférico. O fluxo sangüíneo periférico é controlado fisiologicamente. Durante o exercício no calor, o fluxo sangüíneo periférico é cerca de vinte vezes maior do que aquele encontrado durante o repouso em ambientes frios, quando a pele apresenta sua vasoconstrição máxima. Uma vez que a transferência de calor é o produto do fluxo sangüíneo periférico e da diferença de temperatura do meio interno da pele, um aumento no fluxo sangüíneo pode não suficiente para remover o calor interno durante a prática de exercícios em dias quentes e úmidos, quando a temperatura da pele se eleva devido a evaporação insuficiente do suor.

    Transferência de calor no corpo

    Como já foi mencionado anteriormente, o calor é transferido da pele para o meio ambiente por convecção, radiação e evaporação. A velocidade de transferência do calor da pele para o meio ambiente por convecção e radiação são funções dos coeficientes (he e hr, respectivamente) e da diferença de temperatura entre a pele e o meio ambiente. A transferência de calor por radiação ou convecção estão sob controle fisiológico somente quando as mudanças do fluxo sangüíneo para a pele modificam a temperatura média da pele. Tanto o hr como o hc são dependentes da área da superfície do corpo que está disponível para as trocas de calor com o meio ambiente. Em condições metabólicas e ambientais constantes, o valor de hr é constante, porém o valor de hc varia com a velocidade do ar (6). O coeficiente combinado (velocidade de transferência de calor por convecção) pode variar em até cinco vezes quando se está em repouso ou correndo em um dia muito quente, quando a diferença de temperatura entre a pele e o meio ambiente é pequena, a capacidade de transferência de calor da pele para o meio ambiente por tradição ou convecção é muito pequena e tem uma capacidade limitada na dissipar a sobrecarga de calor produzida pelo exercício.

    O principal meio utilizado para a dissipação da sobrecarga de calor produzido pelo exercício executado em ambientes quentes é a evaporação do suor. A velocidade de evaporação está na dependência do coeficiente de transferência de calor pela evaporação (he) e do gradiente de pressão do vapor de água entre a pele e o meio ambiente. O valor de he é dependente da velocidade do ar de uma maneira semelhante a aquela encontrada para hc (onde he = 2.2 hc). A pressão do vapor de água sobre a pele representa o principal estímulo para a produção do suor, sendo que esta produção é controlada fisiologicamente. Cada grama de água que se evapora da superfície do corpo remove cerca 0.6 Kcal. Uma vez que as glândulas sudoríferas de uma pessoa normal tem condições de libertar para a superfície epitelial a suor a uma velocidade de 30g/min., praticamente todo o calor produzido, durante um exercício intenso, pode ser dissipado pela evaporação em condições favoráveis.

    A eficiência da via evaporativa para a transferência do calor está na dependência de fatores fisiológicos e ambientais. Se a umidade relativa do ar é alta, a pressão do vapor de água do meio ambiente será pequena e consequentemente a velocidade da evaporação será baixa. Em um dia quente e úmido, a perda de calor por radiação e por convecção é pequena devido a uma menor diferença de temperatura entre a pele e o meio ambiente, e uma menor dissipação do calor por evaporação ocorre. Nestas condições, a série de exercícios (que aumenta a produção de calor metabólico), associado à baixa dissipação do calor, tende a aumentar o calor armazenado no organismo, e progressivamente a hipertermia se instala.

    Com o conhecimento dos coeficientes de transferência de calor e de suas variações em diferentes condições torna-se possível ou pelo menos antecipar, a magnitude das mudanças na temperatura interna, durante o exercício em diferentes intensidade e em diferentes condições ambientais. Este conhecimento é importante para o atleta, porque a impossibilidade de manter a temperatura do corpo em um nível ótimo durante o exercício reduz o desempenho e apresenta como resultado final a instalação de uma fadiga precoce.

    É importante salientar que a elevação da temperatura interna associada ao exercício não é regulável em níveis elevados, é conseqüência de um desequilíbrio temporário entre a velocidade de produção de calor e do mecanismo que responde pela dissipação, quando a temperatura interna se eleva. O treinamento físico induz um aumento na sensibilidade da relação velocidade de sudorese/temperatura interna, bem como um decréscimo do limiar da temperatura interna para a produção do suor (5). Desta maneira a temperatura interna permanece em níveis inferiores ao observado em pessoas sem treinamento. Consequentemente temos uma maior margem de segurança entre a temperatura operacional e a limitante e também diminui a demanda na circulação periférica durante o exercício. Entretanto, a desidratação progressiva durante a prática do exercício no calor reduz a sensibilidade da relação velocidade de sudorese/temperatura interna e consequentemente uma hipertermia relativa se instala. Este fato reduz a margem de segurança e conduz a uma fadiga precoce.

    Problemas associados a ambientes quentes

    A capacidade de liberar um fluxo sangüíneo adequado para a contratação muscular e para a pele em condições nas quais esses tecidos necessitam requererem um elevado fluxo e está na dependência da capacidade do organismo em manter um volume sangüíneo adequado. Durante a prática de exercícios em um meio ambiente frio, o coração praticamente não tem dificuldades em fornecer um volume adequado de sangue para a demanda tanto dos músculos como da pele (3), (8). Entretanto, o exercício prolongado no calor é um problema muito complexo. Este processo não está ligado somente à manutenção de um débito cardíaco ameaçado pelo volume de sangue enviado para a periferia, mas nas perdas contínuas de água, devido a evaporação do suor, que pode comprometer o retorno venoso. Nestas condições a pressão sangüínea arterial pode diminuir, porém um aumento na freqüência cardíaca pode compensar parcialmente a diminuição a níveis submáximos do débito cardíaco. Portanto, a diminuição do débito cardíaco máximo trará como conseqüências uma redução no VO2 max e no desempenho. O primeiro reflexo contra a queda da pressão sangüínea venosa central aparece na distribuição do fluxo de sangue para a periferia (2), (10), diminuindo o volume venoso periférico.
    A primeira conseqüência da restrição relativa do fluxo sangüíneo para a pele durante o exercício prolongado em ambientes quentes é que a velocidade ótima de transferência do calor não corre. Voluntários exercitando-se em um ambiente quente, acumularam calor a uma velocidade de 0.1ºC/min (3). Esta velocidade de acúmulo de calor, se continuar por um período longo, limitará a capacidade de se exercitar devido à hipertemia.
    O efeito mais sério da prática de exercícios em ambientes quentes ocorre devido a uma hipovolemia progressiva (um volume sangüíneo abaixo do normal), acompanhado de uma desidratação. Na verdade, o volume sangüíneo é mantido razoavelmente bem durante a desidratação porque a hipertonicidade que se instala, quando a água deixa o compartimento vascular, promove a saída de água do compartimento interstícial e intracelular para o sistema intravascular (7). De maneira nenhuma a hipovolemia eventualmente induz a uma a alteração na temperatura interna pela vasodilatação cut6anea e na redução do fluxo sangüíneo periférico máximo. Esta hipertemia combinada com uma diminuição do débito cardíaco máximo e redução do VO2 Max compromete a capacidade de se exercitar por um período prolongado em alta intensidade.

    Conclusões

    O meio ambiente limita de diversas maneiras a capacidade de desempenhar um exercício físico. O potencial da hipertermia em prejudicar o desempenho é geralmente mediado pela capacidade do organismo em transportar o oxigênio do meio ambiente para os músculos esqueléticos em contração. O aquecimento excessivo do organismo durante o exercício reduz a eficiência do sistema circulatório, limitando a capacidade do coração em liberar sangue oxigenado na velocidade necessária para a pele e para os músculos.

    Autores: Ethan R. Nadel

    Artigo do site: http://www.gssi.com.br

  • Muito papel e muita tinta já foram gastos por especialistas em recursos humanos na defesa da crença de que gente feliz produz mais — o que fez com que grandes empresas investissem em todo tipo de política para tornar o ambiente de trabalho mais agradável. Um dos exemplos mais conhecidos é o Google, com suas salas de descanso e massagem, jogos, comida liberada e horários flexíveis, que tornaram a empresa uma espécie de empregador dos sonhos de qualquer profissional. Agora, muitos pequenos e médios empresários estão descobrindo que algumas ações que fazem sucesso entre os funcionários podem custar pouco — às vezes, bem pouco ou nada. A reportagem de EXAME PME conversou com empreendedores que, com imaginação e um pouco de boa vontade, colocaram em prática medidas simples que deixaram seu pessoal mais contente. Veja como elas ajudam cada funcionário a…

    …virar um atleta

    No laboratório paulistano Buenos Ayres, de manipulação de cosméticos e medicamentos, o esporte começa depois do expediente. Sérgio Marques, de 50 anos, um dos donos, incentivou seus funcionários a formar um grupo de ciclismo. Todas as noites de segunda e quarta-feira, cerca de 30 deles percorrem de bicicleta as ruas da capital paulista. O passeio dura 1 hora. “Muitos queriam participar, mas não tinham equipamento”, diz Marques. “Compramos uns dez modelos bem simples, que custam menos de 200 reais, para emprestar a eles.” Com o tempo, muitos dos que começaram a pedalar adquiriram a própria bicicleta — que pode ficar estacionada no bicicletário da empresa, no bairro de Higienópolis, no centro da cidade.

    Na Trexcon, fabricante de equipamentos de automação industrial de São Paulo, desde o começo deste ano uma fisioterapeuta vai três vezes por semana à empresa para ensinar ginástica laboral a 60 funcionários. “A atividade é muito importante para quem faz movimentos repetitivos, que é caso do nosso pessoal”, diz Eloy de Sousa, de 42 anos, sócio da Trexcon. Pelo serviço, a fisioterapeuta cobra 360 reais por mês. “O programa começou há pouco tempo e já está dando ótimos resultados”, afirma Sousa. “Agora, raramente alguém precisa faltar por dores causadas pelo trabalho, o que era muito frequente no passado.”

    …se conectar com o mundo

    Em pequenas e médias empresas, funções que não requerem computador são comuns. É o que acontece com garçons, atendentes em lanchonetes e mecânicos em redes de oficinas, por exemplo. Eles acabam sem acesso à internet — que, hoje em dia, é quase como ficar pelado. Nos restaurantes America, de São Paulo, os funcionários da cozinha ou que servem clientes no salão não tinham como receber e-mail da família ou pagar uma conta pela internet sem deixar o local de trabalho. Desde o início deste ano, cada uma das 14 lojas da rede ganhou um terminal de computador, que pode ser utilizado nos intervalos ou nos horários de entrada e saída do serviço. Cada um é compartilhado, em média, por cerca de 60 funcionários. “Agora eles também podem acessar a intranet para saber o que acontece na própria empresa”, diz Marcelo Cabrera, gerente de recursos humanos do America.

    …economizar uns trocados

    Assinar convênios com estabelecimentos comerciais ou com profissionais de saúde para obter descontos para os funcionários é uma forma de fazer o salário deles render mais. Na maioria dos casos, não custa absolutamente nada para a empresa — normalmente, quem fecha esses convênios oferece condições melhores de preço e pagamento em troca da preferência e de um número grande de clientes. “Basta apenas descobrir o que o pessoal mais precisa e procurar um fornecedor para fazer um acordo”, diz Fernando Mungioli, dono da Arcoweb, editora de livros e revistas para profissionais de arquitetura e construção civil. Mungioli fez um acordo desses com a massagista de um consultório próximo à empresa, no centro de São Paulo. Os funcionários têm direito a um abatimento de 30%. “Eles usam bastante o serviço, valorizando uma iniciativa que não nos custou nada”, diz Mungioli. “O resultado foi tão bom que estamos estudando novos acordos.”

    A MSTech, empresa de tecnologia com sede em Bauru, no interior paulista, fez convênios com farmácias, clínicas odontológicas e uma academia de ginástica que renderam descontos de até 50% para os funcionários. “Acreditamos que os benefícios ajudam a reduzir a rotatividade, que é alta no setor”, diz o sócio Eduardo Stevanato, de 42 anos.

    …ser um pouco criança

    Há pequenas e médias empresas que investem em diversão para aliviar as tensões no trabalho. É o que faz uma das equipes da Digital Pages, de São Paulo, especializada em publicações digitais. Os funcionários da revista eletrônica Salseiro — todos loucos por jogos eletrônicos — se reúnem às sextas-feiras para disputar campeonatos de videogame. O almoço do vencedor do dia e os comes e bebes consumidos durante a competição são por conta da empresa. “Com 70 reais por semana, integramos os funcionários de um jeito divertido”, diz o empreendedor Juan Ximenes, de 28 anos.

     …ter acesso a atividades culturais

    Quando Marques, do laboratório Buenos Ayres, percebeu que entre seus funcionários havia muitos que estudavam algum instrumento, ele viu a oportunidade de congregar seu pessoal em torno de algo importante para eles. Marques, que toca guitarra, montou um miniestúdio com microfone, amplificadores e caixas acústicas no auditório da empresa. Às sextas-feiras, ele e mais dez funcionários tocam violão, bateria, baixo e teclado em jam sessions que atendem a todos os gostos dos participantes. “O repertório inclui rock, MPB, pagode e música sertaneja”, diz Marques. “É a nossa happy hour.”

    …não ficar na mão na hora do aperto

    Ajudar os funcionários a superar problemas familiares, financeiros ou pendências judiciais não implica gastar muito dinheiro. “Problemas pessoais acabam com a tranquilidade e afetam o desempenho”, diz Cida Gomes, de 45 anos, dona da paulista GSS, que presta serviços de segurança para grandes companhias. Um dos benefícios que ela concede a seus 600 funcionários é um plano que permite consultar — gratuitamente — psicólogos, assistentes sociais, advogados e consultores financeiros. “Desde que passamos a dar esse apoio, muitos funcionários nos procuraram para dizer que a vida deles melhorou, e isso refletiu positivamente nos negócios”, afirma Cida. “Os atrasos, as faltas e o número de acidentes de trabalho caíram.” Na GSS, o custo do benefício é 15 reais mensais por pessoa.

    …se organizar melhor

    Um problema comum a muitos profissionais é a falta de tempo para os afazeres pessoais, consultar um médico ou fazer um curso. Nas grandes cidades, ir ao trabalho e voltar é, geralmente, sinônimo de perder várias horas em congestionamentos, o que causa ainda mais estresse e desconforto. Uma solução ao alcance de muitas pequenas e médias empresas para diminuir esse sofrimento é adotar horários flexíveis de trabalho. “É simples, sem custo e agrada bastante”, afirma a consultora de recursos humanos Renata Mello. “Mas poucas pequenas e médias empresas dão essa liberdade aos funcionários, pois é preciso uma política de gestão por resultados, e não por tempo trabalhado.”

    Na Reconsult, de São Paulo, que presta consultoria em exploração mineral, é permitido esticar o tempo de almoço ou alterar o horário de entrada e saída para fazer cursos de idiomas ou simplesmente malhar na academia. “As avaliações de desempenho estão relacionadas ao cumprimento de metas, e não ao tempo que as pessoas passam no escritório”, diz Renato Cordani, de 36 anos, sócio da Reconsult.

    …comer direitinho

    Há dois anos, a Aliz, empresa de consultoria fiscal, oferece diariamente um café da manhã aos 265 funcionários de suas unidades em São Paulo e no Rio de Janeiro. A obediência aos preceitos de uma alimentação saudável é visível — nas mesas, há sempre pães integrais, frutas, sucos naturais, iogurtes e cereais. Depois, no meio da tarde, uma copeira percorre as salas com um carrinho cheio de frutas. A despesa mensal com as duas refeições fica em torno de 13 reais por funcionário. De acordo com o sócio Eduardo Lopes, o objetivo é diminuir o consumo de porcarias no dia a dia. “Acredito que uma ação concreta dá mais resultado do que campanhas de conscientização com palestras e folhetos”, afirma Lopes. “Muitos dizem que agora eles e suas famílias se alimentam melhor também em casa.”

    A corretora paulista GPS-Pamcary, especializada em seguros para transportadoras, contratou uma nutricionista para acompanhar casos de obesidade e colesterol alto. Ela também analisa o cardápio dos restaurantes próximos da empresa e indica os pratos mais saudáveis. Num ano, a redução de peso entre os 210 empregados que passaram pelo programa chegou a 2,3 quilos por pessoa. O investimento foi de apenas 3,80 reais mensais para cada um.

    …descansar, pois ninguém é de ferro

    Um ambiente com camas arrumadas para tirar uma soneca enrolado em cobertores quentinhos pode parecer muito estranho de encontrar numa fábrica. Mas essa é a descrição do “cochilódromo” — um departamento importante para os funcionários da Politorno, empresa de móveis de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. Com um investimento de 1 000 reais, a Politorno criou um espaço com 25 camas onde, depois do almoço, quem quiser pode tirar uma soneca de até 45 minutos.

    Na paulista Direct Talk, empresa de softwares para relacionamento com consumidores, há o que foi batizado de sala de descompressão. Ali, os funcionários praticam ioga, comemoram aniversários, leem revistas e comem barras de cereais fornecidas pela empresa. “Eles podem ficar lá o quanto quiserem”, diz Diego Lopes, sócio da Direct Talk, que investe 72 reais mensais por funcionário na manutenção da sala de descompressão. “O que queremos é que as tarefas sejam cumpridas.”

    Cecília Abatti e Carmen Nascimento 27.10.2009

    exame/pme

  • Amizade 13.04.2010 No Comments

    Se você está na lista de pessoas que deve se vacinar contra a gripe A, veja a lista de locais em São Paulo e na Grande São Paulo (cidades próximas) os locais para receber a vacina.

    CLIQUE AQUI PARA VER A LISTA DE LOCAIS DE VACINAÇÃO EM SP E TODA GRANDE SP (arquivo no formato .pdf).

     

     

    Se você quer maiores informações ou tem dúvidas referentes à vacinação e sobre a gripe suína (H1N1), acesse o link acima em  Prevenção – H1N1, ou clique aqui.

    Abaixo o calendário de vacinação :

    fonte: Ministério da Saúde 
  • Amizade 06.04.2010 No Comments

    A Aui Mauê Rafting é uma operadora de Rafting situada em Socorro/Sp, a 130km da capital, no meio da natureza. Somos uma empresa séria que tem como objetivo a realização do Rafting de um jeito especial e diferenciada.

    O Rafting é uma das mais divertidas atividades de aventura. É pura emoção, adrenalina e contato com a natureza. A Aui Mauê leva você para uma experiência única, repleta de alegria, descontração e espírito de equipe. Venha viver esse momento em um dos mais preservados rios do estado de São Paulo, um paraíso que vai unir momentos de contemplação e fortes emoções.

    São 22 corredeiras em um percurso muito emocionante, onde botes com 5 pessoas mais um condutor descem o rio de pura adrenalina.

    Aui-Maue (com fone) Aui Mauê Rafting

    Centro Ambiental do Rio do Peixe, KM 8 – Socorro – SP

    E-mail: contato@auimaue.com.br

    www.auimaue.com.br

  • Artigos 01.04.2010 No Comments
    Pesquisa aponta que 66% da população do país não pratica nenhum tipo de atividade física.
    Uma pesquisa realizada em todo o Brasil pelo Ministério da Saúde e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), detectou um problema grave na saúde da sociedade brasileira. Mais de 190 mil pessoas foram entrevistadas e 66% delas disse ser totalmente sedentária, enquanto 70,9% afirmou não praticar exercício algum nos últimos três meses.

    Fonte: Por Maurício Belfante
    O2porminuto

    O maior problemas está entre os indivíduos que apresentam alguma doença. A cada dez pessoas entrevistadas, três se encontram com problemas crônicos (hipertensão, diabetes e depressão) e poucas utilizam da principal arma para sua prevenção: o exercício físico.

    O Ministro da Saúde José Gomes Temporão diz que a televisão é uma das culpadas pelo sedentarismo, já que as pessoas preferem ficar na frente da telinha à praticar algum esporte. “Temos vários programas em andamento. O ministério tem repassado verbas aos municípios para a construção de espaços para a realização de atividades físicas”, afirmou Temporão.

  • Artigos 01.04.2010 No Comments
    Especialistas dão dicas de como prevenir e tratar uma das lesões mais comuns entre os corredores

    Quem pratica um esporte de impacto como a corrida sabe que está sujeito a sofrer, em algum momento da sua vida de atleta, algum tipo de lesão. E uma das contusões mais comuns entre os corredores é a fratura por estresse, que corresponde de 5% a 16% de todas as lesões dos praticantes da atividade, segundo informações do site oficial da Federação Paulista de Atletismo.

    A fratura por estresse pode ser denominada como: “fissuras microscópicas dos ossos, causadas por uma quantidade de impacto excessivo”, fala Marcos M. Serra, fisioterapeuta e professor de educação física especialista em fisiologia do exercício e fisioterapia esportiva.

    Sua ocorrência se dá, normalmente, quando o corredor exagera, e acaba ultrapassando seus limites durante as passadas. “O osso, apesar de ser muito duro, é uma peça biológica viva, que se desgasta durante as atividades diárias e se recupera durante o repouso. Cada ser vivo tem seu próprio ponto de equilíbrio entre os desgastes que sofre e a capacidade que seu organismo tem de se regenerar”, explica Sérgio Nicoletti, ortopedista da Unifesp.

    “Quando esse limite é ultrapassado, os mecanismos de reparação não conseguem repor as perdas causadas pelo uso e, em decorrência deste déficit entre uso e reparação, algumas partes do osso podem entrar em fadiga e aparecer a fratura por fadiga de material ou fratura por estresse”, completa.

    Alguns ossos, sobretudo dos membros inferiores, são os mais atingidos pelo mal, como fala Serra. “Um estudo revela que entre os atletas, as fraturas por estresse respondem por 0,7 à 15,6% de todas as lesões, sendo 10% um valor aceitável. Este mesmo estudo revela que os ossos mais acometidos nos corredores são a tíbia (37,5 a 63 %), os metatarsais (14 a 37,4%), a fíbula(osso lateral da perna com 9,2 a 21%), o fêmur (3,5 a 6,5%) e o navicular (osso no pé 0,7 a 5,9%)”.

    Ainda falando em estatísticas, as mulheres têm mais fraturas por estresse do que os homens. “Muitos ortopedistas atribuem este fato a uma condição conhecida como `a tríade da atleta feminina´”, diz o fisioterapeuta. Esses três fatores que aumentam as chances das mulheres de terem a fratura são:

    - Desordem alimentar (bulimia ou anorexia);
    - Amenorréia (sem menstruação);
    - Osteoporose. Quando a massa óssea da mulher diminui

    Descobrindo o problema
    Em uma primeira fase, para que haja a detecção da fratura por estresse, o médico fará uma espécie de entrevista com o corredor, para saber a origem da dor, que é a primeira etapa da lesão. O especialista deverá saber o regime de treinamento do atleta, como são feitos, local de treino, calçados e outros fatores de risco para o surgimento da contusão.

    “Nesta fase as radiografias podem ser negativas. Posteriormente, elas mostram a presença de traço de fratura incompleta, que pode passar despercebido se o médico não conhecer a história e não souber que se trata de um atleta”, diz Nicoletti, realçando a importância da visita ao médico logo que surge a dor.

    Para prevenir, o ideal é que o corredor não busque uma evolução no esporte de forma exagerada e sem a supervisão de um especialista, e sim um desenvolvimento gradativo. Outros fatores que ajudam na prevenção, segundo Serra, são:

    • Melhorar a função muscular, aprimorando a força e a flexibilidade;
    • Prestar a atenção nos aspectos nutricionais. Exemplo cálcio;
    • Prestar atenção na escolha do calçado utilizado para correr, bem como o tipo de piso;
    • Prestar atenção nos sinais e sintomas que o corpo mostra, como edema, dor e hipersensibilidade focal.

    Tratamento e retorno ao treinamento
    O tratamento para a fratura por estresse pode se dar de duas formas: cirúrgica ou não cirúrgica. “O tratamento não-cirúrgico é conservador, com repouso relativo, isto é, afastado de toda e qualquer atividade de impacto, podendo o atleta realizar atividades na água e exercícios de fortalecimento e alongamento para manter sua condição muscular e cárdio-respiratória”, diz Marcos Serra.

    Neste caso, é importante que o atleta fique longe da atividade que lhe causou a fratura durantes seis a oito semanas, para que ocorra a cura total da lesão. “Se a atividade que causou a fratura por estresse é retomada muito rapidamente, podem se desenvolver fraturas maiores, e mais difíceis de curar”, revela o fisioterapeuta.

    A cirurgia ocorre nos casos mais severos, para que haja uma readaptação adequada. “O procedimento pode envolver fixação do local da fratura, e a reabilitação faz-se numa média de quatro a seis meses”, completa Serra.

    Após totalmente curado, o corredor poderá voltar a praticar o esporte tranquilamente. Porém, é importante que essa volta seja feita de forma leve, com carga e velocidade menores. “A única restrição ( que não é exatamente uma restrição imposta pelo médico mas pelo próprio limite biológico do atleta ou da atleta) é não ultrapassar o seu próprio limite de tolerância biológica ao treinamento, recomendação que, muitas vezes, implica em mudar o programa de treinamento”, finaliza Nicoletti.

    Fonte: Por Fausto Fagioli Fonseca
    O2porminuto

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  • Amizade 01.04.2010 No Comments
    Se você acha difícil medir a intensidade da sua corrida, conheça mais sobre esta técnica simples e fácil de ser aplicada e entenda também como deve ser sua respiração durante as passadas

    Você está começando a correr ou corre há pouco tempo e quer um jeito fácil de medir a intensidade de sua corrida sem precisar recorrer a um personal trainer ou a um frequencímetro (aparelho que mede os batimentos cardíacos durante a prática do esporte), já que ambos, apesar de muito úteis, podem significar um custo a mais na sua economia mensal. É aí que entra uma técnica simples, conhecida como teste da conversa.

    O teste da conversa é um dos tipos de auto-avaliação mais comuns no mundo da corrida e é indicado principalmente para quem está começando a praticar uma atividade física que requer fôlego. Ele indica os níveis de esforço do corredor durante as passadas e também ajuda a determinar até onde o atleta pode ir sem prejudicar sua performance.

    “Quando o atleta consegue estabelecer um diálogo com o parceiro que está do lado significa que ele está correndo em um ritmo adequado a sua capacidade. Já quando fica difícil conversar ou formular frases significa que ele está acima de seu ritmo ideal e deve diminuir”, fala Adriano Bastos, atleta de elite e diretor técnico da Adriano Bastos Treinamento Esportivo .

    Os treinamentos que Bastos dá para seus alunos são divididos em quatro ritmos diferentes, que correspondem a uma faixa de intensidade relacionada aos batimentos cardíacos. Cada um pode ser medido também pelo teste da conversa, como fala o treinador.

    Trote: “Aqui o corredor consegue manter um diálogo com seu companheiro sem nenhum sofrimento”. Este é o ritmo ideal para quem está começando a dar suas passadas.

    Ritmo leve ou confortável: “Nesta intensidade é possível também estabelecer uma conversa, só que com pausas maiores”. Atletas iniciantes também podem fazer proveito desta ritmo.

    Moderado ou linear: Este ritmo serve para treinos específicos de quem corre há algum tempo, já que tem uma intensidade maior. “Nesta faixa o corredor consegue formular poucas palavras, sem estabelecer uma conversa”

    Treino de potência ou forte: “Neste ritmo é normal que o atleta não consiga conversar, e sim apenas soltar pequenas palavras como `sim´ ou `não´”, completa Bastos.

    Respiração
    A relação que há entre a conversa e a corrida acaba envolvendo também um fator importante da prática do esporte, que é a respiração. Uma grande dúvida dos corredores é como deve ser feita a troca de ar entre o ambiente e o corpo. Afinal, respirar pela boca é errado?

    “O corredor deve respirar da forma que lhe for mais confortável. Não há problema nenhum respirar pela boca, pelo nariz ou por ambos”, enfatiza Adriano, que afirma que somente quando o clima está muito frio, a respiração nasal se faz mais importante. “Nas temperaturas mais baixas a filtragem do ar pelo nariz ajuda a não mandar aquele ar frio direto pros pulmões”.

    E aquela famosa “dor do lado”, que o corredor sente embaixo das costelas e, muitas vezes, até impede o atleta de continuar correndo? Há alguma relação dela com a respiração? “Essa dor acontece quando o corredor passa de seu ritmo ideal, que está acostumado. Não tem relação com a forma como é feita a respiração”, conclui o treinador.

    Fonte: Por Fausto Fagioli Fonseca
    O2porminuto

  • A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) endureceu as regras para prescrição e venda de drogas para emagrecer que contêm sibutramina. A partir de hoje, elas deixam de ser vendidas com receita branca (de controle simples) e passam a ser vendidas com receita azul (de controle especial).

    Assim, a sibutramina deixa de constar da lista de medicamentos de controle comum (que inclui cerca de 200 substâncias) e passa a ser classificada como droga anorexígena (que atua no sistema nervoso central), junto com outras três: dietilpropiona (anfepramona), femproporex e mazindol.

    Alguns remédios que contêm sibutramina são Reductil, Plenty, Saciette, Biomag, Vazy, Slenfig, Sibutran e Sigran. A sibutramina é uma das drogas para emagrecer mais vendidas do país, principalmente depois que caiu sua patente, em 2007, quando seu consumo aumentou de dez a 20 vezes, segundo o endocrinologista Márcio Mancini, presidente do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Síndrome Metabólica.

    Segundo a endocrinologista Cláudia Cozer, diretora da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), a sibutramina atua em duas regiões do sistema nervoso: no centro do apetite e no da saciedade.

    Ela age diminuindo a recaptação do neurotransmissor responsável pelo apetite e do que promove a sensação de saciedade. “É a única que atua nos dois centros ao mesmo tempo. Além de o paciente ingerir menos alimento, ele terá sensação de saciedade”, explica Cozer.

    A decisão, publicada hoje no “Diário Oficial da União”, foi tomada pouco mais de dois meses depois de a Europa suspender a venda da substância, com base em um estudo que ligou o remédio ao maior risco cardíaco em pessoas propensas.

    Outra decisão da agência é que seja ampliado o alerta de segurança sobre o risco de problemas cardíacos na bula.

    Não é a primeira vez que um emagrecedor é associado a doenças cardíacas. “Na década de 90, a fenfluramina e a dexfenfluramina foram suspensas mundialmente”, diz Mancini.

    Receita azul

    Com a nova norma, os medicamentos com sibutramina não poderão mais ser vendidos com receita branca -que era impressa pelo médico na gráfica em duas vias, sendo que uma delas era retida na farmácia.

    Agora os médicos deverão usar a receita azul, que é entregue pela Vigilância Sanitária e tem numeração controlada.

    “Para ter direito ao talonário azul, o médico assina um termo de responsabilidade, o que evita a venda abusiva”, diz Elmo Santana, coordenador de produtos controlados da Anvisa.

    Para Mancini, a decisão foi acertada. “Não havia motivos para proibir o uso da sibutramina, pois ela é uma droga bem tolerada. Agora, com a restrição, talvez ela passe a ser indicada apenas por especialistas.”

    O cardiologista Maurício Scavanacca, médico-assistente da Unidade Clínica de Arritmias do InCor, também considerou a decisão positiva. Ele disse que, quando bem prescrita, a sibutramina é eficiente.

    “Ela é eficaz no controle da síndrome metabólica. Se o paciente for selecionado cuidadosamente, se houver uma boa análise clínica e se os riscos forem menores que o benefícios, ela pode ser útil”, diz.

    Fonte: FERNANDA BASSETTE
    da Folha de S.Paulo

  • Como o nome indica, ginástica laboral é a realização de exercícios físicos no ambiente de trabalho, durante o horário de expediente, para promover a saúde dos funcionários e evitar lesões de esforços repetitivos e doenças ocupacionais. Além de exercícios físicos, a ginástica laboral consiste em alongamentos, relaxamento muscular e flexibilidade das articulações. Apesar da prática da ginástica laboral ser coletiva, ela é moldada de acordo com a função exercida pelo trabalhador.
    A ginástica laboral pode reduzir a incidência de doenças ocupacionais e lesões de esforços repetitivos, e desta forma diminuir o número de afastamentos dos empregados na empresa. Além dos benefícios físicos, a prática voluntária da ginástica laboral proporciona ganhos psicológicos, diminuição do estresse e aumento no poder de concentração, motivação e moral dos trabalhadores.
    A ginástica laboral também pode trazer benefícios econômicos diretos para as empresas ao diminuir o afastamento e elevar a produtividade dos empregados.

    Fonte:  http://www.copacabanarunners.net

  • Amizade 24.03.2010 No Comments

    “Engraxe” a musculatura antes do treino sem perder potência

    Por Nikki Kimball

    O assunto é polêmico. Mas são muitos os profissionais que acreditam que o alongamento estático – segurar o músculo em posição esticada e fixa por 30 segundos ou mais –, se for realizado antes do treino, pode prejudicar o desempenho. Se você também desconfia disso, é hora de experimentar o alongamento dinâmico. São exercícios como elevação de joelho, flexão de quadril e pequenos saltos que trabalham a amplitude dos movimentos, soltam a musculatura e ainda aumentam o batimento cardíaco, a temperatura do corpo e o fluxo sanguíneo, contribuindo para uma corrida mais eficiente. A série pré-treino que mostramos a seguir foi feita para os músculos mais exigidos na corrida. Comece devagar, concentrando-se na postura e na execução corretas de cada movimento. À medida que os exercícios ficarem mais fáceis, aumente a velocidade. Nas primeiras repetições, faça movimentos mais fechados e aumente a amplitude gradualmente.

    Pêndulo

    Jogue uma das pernas para um lado e volte-a cruzando o corpo e passando na frente da outra perna. Repita 10 vezes para cada lado. Sem equilíbrio? Apoie-se com as mãos em alguma coisa.

    Chute nos glúteos

    Caminhe, exagerando a volta de cada perna para trás, para que o calcanhar bata no glúteo. Quando ficar fácil, faça o mesmo enquanto trota. São 10 repetições com cada perna.

    “V” invertido

    Fique em posição de “V” invertido (com os quadris para cima). O pé direito fica atrás do tornozelo esquerdo. Com as pernas esticadas, pressione o calcanhar do pé esquerdo para baixo. Repita 10 vezes de cada lado.

    Sentar em pé

    Levante a perna esquerda e flexione o joelho. Tente dar um tapa com a mão direita na parte de dentro do pé esquerdo sem dobrar o corpo para frente. Faça 10 vezes de cada lado.

    Soldadinho

    Mantendo as costas eretas e os joelhos esticados, caminhe levantando as pernas retas à sua frente, dedos esticados. Quando ficar fácil, faça o movimento pulando. Repita 10 com cada perna.

    Avanço

    Dê um passo largo, mantendo o joelho da frente acima ou logo atrás dos dedos do pé. Abaixe o corpo flexionando o joelho de trás em direção ao chão. Mantenha postura reta e contraia os músculos abdominais

    Nikki Kimball é fisioterapeuta em Montana (EUA) e foi nomeada ultramaratonista do ano por três vezes pela Federação Americana de Atletismo.

    Fonte: Runner’s Wolrd Brasil