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	<description>Consultoria Esportiva</description>
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		<title>Lipoaspiração também é uma cirurgia arriscada</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 15:09:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Fredericci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos útimos anos, problemas durante a realização da lipoaspiração têm ocupado espaço na mídia, em todo o País. &#8220;Na verdade&#8221; não existe uma cirurgia mas arriscada do que outra, nem mesmo as cirurgias plásticas. A lipoaspiração está sujeita às mesmas complicações que qualquer outro procedimento cirúrgico&#8221;, explica Ruben Penteado, cirurgião plástico, diretor do Centro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos útimos anos, problemas durante a realização da lipoaspiração têm ocupado espaço na mídia, em todo o País. &#8220;Na<img class="alignleft size-full wp-image-179" src="http://www.personal4life.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/lipo.JPG" alt="lipo" width="248" height="247" /> verdade&#8221; não existe uma cirurgia mas arriscada do que outra, nem mesmo as cirurgias plásticas. A lipoaspiração está sujeita às mesmas complicações que qualquer outro procedimento cirúrgico&#8221;, explica Ruben Penteado, cirurgião plástico, diretor do Centro de Medicina Integradoa.<br />
Após mais de 30 anos de aplicação técnica, a lipoaspiração está consolidada no Brasil. As estatísticas da Socidade Brasileira de Cirurgia Plástica, SBCP, indicam a realização de 90.000 lipoaspirações por ano. &#8220;Precisamos avançar nas questões que garantam maior segurança à realização do procedimento, o que necessariamente passa por uma melhor qualificação dos profissionais, destaca o médico.<br />
Segundo Penteado, problemas com a lipoaspiração acontecem quando a indicação do procedimento não é precisa. Frequentemente, a lipoaspiração é procurada por pessoas que estão acima do peso. &#8220;A lipoaspiração não é um método de emagrecimento. É um procedimento destinado a remover gordura localizada, como as que se encontram debaixo dos braços, nos quadris e na região abdominal. É o tipo de gordura que dificilmente pode ser eliminado, mesmo com o auxílio de exercícios físicos e de uma nova dieta&#8221;, explica Ruben Penteado, que também é membro da SBCP.<br />
Ele destaca que esta regra só se aplica a pacientes adultos. Crianças, ainda que tenham acúmulo de gordura no corpo, a ponto de comprometer seu bem estar físico e psicológico, não devem se submetidas à lipoaspiração. &#8220;Já para os adolescentes, a lipoaspiração pode ser indicada, contanto que o jovem operado não seja obeso&#8221;. destaca.<br />
Além da indicação bem feita, as contra-indicações precisam estar bem claras também. &#8220;A partir de 10% a mais do peso ideal, os resultados da lipoaspiração não são tão satisfatórios. É importante entender que se trata de uma cirurgia de acerto de contornos e não deve ser encarada como um método para emagrecer&#8221;, explica Penteado.<br />
Há um limite de gordura que pode ser retirado. De acordo com as normas do Conselho Federal de Medicina, não se pode passar de 7% do peso corporal do paciente na lipoaspiração úmida (com injeções de soluções líquidas) e 5% de retirada de gordura na lipoescultura a seco.<br />
Doenças cardíacas graves, alterações pulmonares, anemia, diabetes e hipertensão arterial precisam estar sob controle para que o paciente seja operado.</p>
<p>Fonte: Zona Oeste (Saúde)</p>
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		<title>Roupas de Compressão: Ganho de desempenho é controverso</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 18:25:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Fredericci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acessórios]]></category>
		<category><![CDATA[Vestuário]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo pesquisas apresentadas pelos fabricantes, as roupas de compressão mostram ganhos de potência muscular que variam de 5% a 12%, melhora de acuidade dos movimentos em 70% e maior remoção de lactato (substância responsável pela fadiga durante o exercício).
Já um estudo da Universidade de Indiana, nos EUA, com 16 corredores de longas distâncias, e apresentado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-174" src="http://www.personal4life.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Meia1-209x300.jpg" alt="Meia" width="209" height="300" />Segundo pesquisas apresentadas pelos fabricantes, as roupas de compressão mostram ganhos de potência muscular que variam de 5% a 12%, melhora de acuidade dos movimentos em 70% e maior remoção de lactato (substância responsável pela fadiga durante o exercício).<br />
Já um estudo da Universidade de Indiana, nos EUA, com 16 corredores de longas distâncias, e apresentado em um congresso científico em junho deste ano, não achou diferenças na economia ou na eficiência do exercício com o uso de meias ou polainas de compressão.<br />
A Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte não tem uma posição sobre o assunto. Segundo o presidente, o médico José Kawazoe Lazzoli, são necessários mais estudos. &#8220;É como a discussão dos tênis de corrida. Há quem oriente para o modelo adequado à pisada, enquanto outros dizem que o melhor é até correr descalço. Essa imprecisão estimula o marketing boca-a-boca entre usuários, e quem ganha são os fabricantes&#8221; , diz o treinador Fábio Rosa, da MPR assessoria esportiva.<br />
A popularidade desses acessórios aumenta quando algum fato reforça impressões sobre sua eficiência.</p>
<p>Em 2003, a maratonista inglesa Paula Readcliff bateu o recorde mundial feminino dos 42 km na Maratona de Londres usando polainas compressivas até os joelhos. &#8220;Não se comprovou a influência delas no recorde, mas influenciou outros corredores, diz Ricardo Hirsch, quem também tem as suas. &#8220;Muitas vezes, o atleta só precisa acreditar. O benefício da roupa também pode ser psicológico&#8221;, afirma.<br />
Centro de discussão foi o traje LZR Racer, da Speedo, responsável por 108 quebras de recordes na natação, em 2008. Por trás da sua ação estava maior flutuabilidade e menor atrito com a água, mas também a compressão: de tão justo, exigia ajuda para ser vestido. Mesmo sem consenso sobre seu poder, foi banido das competições.</p>
<p>Fonte: Folha do S.Paulo (Equilibrio)</p>
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		<title>Chocolate protege o coração</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 13:57:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Fredericci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pesquisa americana afirma que mulheres mais velhas que comem chocolate amargo uma ou duas vezes por semana podem reduzir o risco de doenças cardíacas. De acordo com o estudo, mulheres que comem chocolate amargo até duas vezes por semana reduzem o risco de doenças cardíacas em até 33%. No entanto, as que comem todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-167" src="http://www.personal4life.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Chocolate-Coração1.JPG" alt="Chocolate Coração" width="141" height="122" /><span><span>Uma pesquisa americana afirma que mulheres mais velhas que comem chocolate amargo uma ou duas vezes por semana podem reduzir o risco de doenças cardíacas. De acordo com o estudo, mulheres que comem chocolate amargo até duas vezes por semana reduzem o risco de doenças cardíacas em até 33%. No entanto, as que comem todos os dias não se beneficiam. A pesquisa foi publicada em uma revista científica da Sociedade Americana do Coração. Os cientistas analisaram dados de cerca de 32 mil mulheres entre 48 e 83 anos ao longo de nove anos. O estudo indica que o consumo de até duas porções de 19 a 30 gramas de chocolate amargo por semana reduz em até 32% o risco de doenças do coração. Quando o consumo aumentou para até três porções, o índice caiu para 26%. O índice de redução de risco era nulo nas mulheres que consumiam chocolate amargo todos os dias. Açúcar e gordura A pesquisa ressalta que comer muito chocolate não é saudável, por causa do alto índice de açúcar e gordura, que fazem com que as pessoas ganhem peso. No entanto, o chocolate contém altos índices de flavonóides, uma substância que diminui a pressão sanguínea e protege contra doenças do coração. Os pesquisadores afirmam que o novo estudo é um dos primeiros a identificar alguns dos benefícios à saúde do chocolate amargo no longo prazo. &#8220;Não se pode ignorar que o chocolate é relativamente intenso em calorias e que grandes porções consumidas habitualmente aumentarão o risco de ganho de peso&#8221;, afirma Murray Mittelman, um dos autores do estudo, da Beth Israel Deaconess Medical Center, de Boston. &#8220;Mas se você vai se dar um agrado, chocolate amargo é provavelmente uma boa opção, desde que consumido com moderação.&#8221; A diferença na qualidade do chocolate também afeta o benefício que o produto traz à saúde. Quanto mais cacau, maior o benefício. Chocolate amargo pode conter até 75% de cacau, enquanto chocolate ao leite em geral possui até 25%. Para a nutricionista Victoria Taylor, da Fundação Britânica do Coração, o estudo mostra a importância de se achar o equilíbrio correto na alimentação. &#8220;Antes de se jogar nos doces, é preciso lembrar que enquanto alguns antioxidantes do chocolate são bons para o coração, os mesmos antioxidantes também estão presentes em frutas e vegetais &#8211; comidas que não têm gordura saturada ou alta caloria como o chocolate&#8221;, disse ela. BBC Brasil &#8211; Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.<br />
Fonte: Estadao.com</span></span></p>
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		<title>Cerveja traz risco à pele de mulheres</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 13:51:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Fredericci</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-162" src="http://www.personal4life.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Cerveja4.JPG" alt="Cerveja" width="145" height="222" />As mulheres que bebem cerveja têm até 130% mais chances de desenvolver psoríase &#8211; uma doença de pele crônica &#8211; do que aquelas que não bebem. É o que aponta um estudo da Harvard Medical School, em Boston, segundo o qual mulheres que bebem cinco cervejas por semana correm um risco 130% maior do que as abstêmias. As que bebem em média 2,3 cervejas têm um risco 72% maior.<br />
Apesar disso, outras bebidas alcóolicas não trazem perigo à pele. Segundo o autor da pesquisa, Abrar Qureshi, a psoríase está ligada a componentes não alcóolicas da cerveja. O estudo sugere que a doença esteja ligada ao glutén, usado na fermentação da cerveja.<br />
A psoríase é uma doença crônica de pele caracterizada por escamações com coceira que normalmente aparecem nos joelhos, nos cotovelos e no coro cabeludo.<br />
Fonte: METRO</p>
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		<title>Pesquisadores identificam causa da intolerância ao glúten</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 19:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Fredericci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[WASHINGTON Um estudo publicado ontem na revista Science Translation Medicine identificou a causa molecular da doença celíaca, problema digestivo que faz com que as pessoas se tornem intolerantes ao glúten, proteína encontrada em pães, massas, cereais, cerveja e vários outros alimentos. A descoberta pode ajudar no desenvolvimento de formas mais precisas de diagnóstico, prevenção e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><span>WASHINGTON Um estudo publicado ontem na revista Science Translation Medicine identificou a causa molecular da doença celíaca, problema digestivo que faz com que as pessoas se tornem intolerantes ao glúten, proteína encontrada em pães, massas, cereais, cerveja e vários outros alimentos. A descoberta pode ajudar no desenvolvimento de formas mais precisas de diagnóstico, prevenção e tratamento da enfermidade.Os pesquisadores australianos conseguiram identificar três fragmentos do glúten que aparentemente desencadeiam a reação imunológica nos portadores da doença. Ao todo, o glúten tem 16 mil componentes. &#8220;Para nossa surpresa, a resposta é altamente focada em alguns poucos fragmentos particulares do glúten&#8221;, afirmou o pesquisador que liderou o estudo, Robert Anderson, do Instituto de Pesquisa Médica Walter e Eliza Hall. &#8220;Ao diminuir a toxicidade de um alergênico a poucos componentes, pode-se fazer uma terapia mais precisa&#8221;, disse. Para chegar a tais conclusões, os cientistas fizeram um &#8220;perfil&#8221; das respostas imunes de 244 voluntários portadores da doença. Os voluntários tiveram de comer alimentos com glúten por três dias e depois passaram por exames de sangue, para se analisar a reação das células do sistema imune. Com os resultados obtidos, Anderson e alguns colegas começaram a trabalhar em uma droga injetável com pequenas doses dos componentes que causam a alergia. A ideia é que a exposição do sistema imune a doses reduzidas, mas regulares, dos alérgenos pode fazer com que o organismo se acostume a eles. Alcance. Segundo um estudo publicado no ano passado, cerca de 1% da população ocidental tem intolerância ao glúten, mas os números vêm aumentando. Apenas no Brasil, seriam quase 2 milhões de pessoas com a doença celíaca. A prevalência, porém, é consideravelmente menor entre hispânicos, negros e asiáticos, com uma média de 1 portador da enfermidade a cada 236 pessoas. No Brasil, as embalagens de alimentos precisam conter avisos sobre a presença de glúten. Em janeiro deste ano, o Superior Tribunal de Justiça determinou que, além dos avisos, as embalagens têm de trazer informações sobre doença celíaca. Para entender1. O que é doença celíaca?Intolerância permanente ao glúten, com causas hereditárias. Ao ingerir a substância, uma reação imunológica danifica os cílios intestinais &#8211; pequenas saliências do intestino que capturam vitaminas, minerais e outros nutrientes.2. Quais são os sintomas?Diarreia e vômitos persistentes geralmente aparecem entre 1 e 3 anos. Depois de um tempo, a incapacidade de absorver as quantidades adequadas de nutrientes pode causar deficiências de vitaminas que afetam o cérebro, o sistema nervoso, os ossos, o fígado e outros órgãos. 3.Como tratar? Não ingerir o glúten, presente no trigo, na aveia, no centeio e no malte. O portador da doença pode substituir o trigo por outros tipos de farinha, como tapioca, fubá e de milho.</span></span></p>
<p><span><span>Fonte: Estadao.com (</span></span><span><span><span><span>Reuters e Efe)</span></span></span></span></p>
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		<title>Twiteiros correm mais de 3.200 km no fim de semana.</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 21:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amizade]]></category>

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		<description><![CDATA[Esforço coletivo internacional
O último fim de semana foi marcado pela segunda edição do Twitter’s Run Day, uma ação conjunta de twiteiros do Brasil e do mundo, que registram numa tabela única os seus treinos no dia, criando um movimento empolgante e inspirador em favor da atividade física, da saúde ou da simples diversão.
Para participar, bastava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Esforço coletivo internacional</strong></p>
<p>O último fim de semana foi marcado pela segunda edição do Twitter’s Run Day, uma ação conjunta de twiteiros do Brasil e do mundo, que registram numa tabela única os seus treinos no dia, criando um movimento empolgante e inspirador em favor da atividade física, da saúde ou da simples diversão.</p>
<p>Para participar, bastava ao interessado ser tuiteiro. Devia apenas se cadastrar no site oficial do Dia da Corrida no Twitter (em português é muito mais bonito, na opinião deste blogueiro) e então registar os quilômetros percorridos no sábado e/ou no domingo.</p>
<p>Apesar de o treino ou corrida dever ser necessariamente no sábado ou no domingo, o site aceitava os registros da quilometragem até hoje. Na última vez que conferi, os TwittersRun já tinham completado 3.268,8 km em 291 registros. O que não significa 291 tuiteiros, pois qualquer um poderia fazer registros nos dois dias.</p>
<p>No total, chegaram quilômetros de seis países, como você pode ver no mapa acima. Além das 54 cidades brasileiras, entraram no mapa do evento Londres (Inglaterra), Frankfurt (Alemanha), Miami (Estados Unidos), Costa da Caparica (Portugal) e Chennai (Índia).</p>
<p>Eu contribuí com 27 km percorridos em São Paulo, começando no finzinho da madrugada de ontem. Rodei pela zona oeste e pela zona sul e depois voltei para o centro, tendo oportunidade de apreciar o público que acompanhou a Virada Cultural durante a noite e pela manhã. O povo estava muito doidão, mas parecia estar também se divertindo bastante.</p>
<p>Lamentável apenas a morte de um garoto de 17 anos, esfaqueado durante uma briga. As demais ocorrências foram de menor importância. Pelo pouco que vi, a região central estava bem policiada, e as pessoas estavam numa boa.</p>
<p>Voltando ao Dia da Corrida no Twitter: o evento foi criado por uma comunidade de corredores twiteiros que começou a se formar no primeiro semestre do ano passado e teve o primeiro encontro f‘ísico em setembro, na véspera da Meia Maratona das Pontes (que não teve ponte, como eu contei aqui). E o primeiro esforço coletivo de corrida foi nos dias 14 e 15 de novembro. Naquela edição, 131 participantes de 26 cidades, em três países, correram um total de 1.885,7 quilômetros.</p>
<p>por Rodolfo Lucena (17/05/2010)</p>
<p> artigo do site: http://www1.folha.uol.com.br/</p>
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		<title>Atividade física versus dor de cabeça. A lista de benefícios proporcionados pelos exercícios físicos parece não ter fim. Mas, acredite, os especialistas conseguiram descobrir mais um: eles amenizam as crises de dor de cabeça.</title>
		<link>http://www.personal4life.com.br/blog/?p=140</link>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 20:49:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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Não se espante caso um dia saia do consultório médico com a seguinte prescrição para as têmporas doloridas: sue a camisa, de preferência gastando a sola do tênis ou pedalando. É o que se conclui dos resultados obtidos pelo primeiro estudo epidemiológico sobre dor de cabeça realizado no Brasil. Assinado pelos neurologistas Luiz Paulo de [...]]]></description>
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<h1><span> </span></h1>
<h1><span> </span></h1>
<p>Não se espante caso um dia saia do consultório médico com a seguinte prescrição para as têmporas doloridas: sue a camisa, de preferência gastando a sola do tênis ou pedalando. É o que se conclui dos resultados obtidos pelo primeiro estudo epidemiológico sobre dor de cabeça realizado no Brasil. Assinado pelos neurologistas Luiz Paulo de Queiroz, da Universidade Federal de Santa Catarina, e Mario Peres, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o trabalho ouviu 3 848 pessoas escolhidas aleatoriamente, de ambos os sexos, com idade entre 18 e 79 anos, em todo o país.</p>
<p>O objetivo foi estimar a prevalência de enxaqueca e cefaléia &#8211; nome científico da dor de cabeça comum &#8211; entre os brasileiros. Além disso, procurou avaliar a relação entre esses tormentos e hábitos do dia a dia, como a prática regular de exercícios físicos. No final, os dados da pesquisa são um estímulo e tanto para todo mundo levantar da cadeira e se mexer &#8211; aliás, não só para quem vive com a sensação de que a testa está prestes a explodir. “Os sedentários apresentaram 43% mais enxaqueca e 100% mais cefaléia crônica, com crises diárias, do que os indivíduos que se exercitam”, conta Queiroz. A explicação para esse elo entre menor incidência de dor de cabeça e malhação está nos nossos neurônios. “Os exercícios aumentam a produção de endorfinas, neurotransmissores que proporcionam bem-estar. Eles funcionam como uma “morfina natural”, compara o médico.</p>
<p>O especialista em medicina do esporte Moisés Cohen, também da Unifesp, acrescenta: “Alguns artigos sugerem que outras substâncias liberadas durante a atividade física, como a epinefrina e os esteróides, podem estar por trás do alívio”. A melhora na circulação sanguínea, que provoca um aumento da oxigenação cerebral, é mais um fator que colabora para o fim das dores. “Sem contar a diminuição do estresse”, complementa a neurologista Norma Fleming, coordenadora responsável pelo Ambulatório de Cefaléia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e presidente da Associação de Dor do mesmo estado.</p>
<p>Como as endorfinas estão diretamente ligadas a uma menor ocorrência de crises, os exercícios mais indicados para o combate da dor de cabeça são aqueles que mais estimulam a liberação dessas substâncias &#8211; os aeróbicos, como a caminhada, a natação e a corrida de baixo impacto. “Os exercícios de fortalecimento muscular também produzem algum efeito, porém em menor grau”, nota o cardiologista José Kawazoe Lazzoli, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte.</p>
<p>“As atividades que envolvem relaxamento, como o alongamento e a ioga, e as lúdicas, como a dança de salão, também podem ajudar a diminuir os sintomas, graças ao bem-estar que proporcionam”, observa o neurologista e especialista em dor Eduardo Barreto, coordenador do Serviço de Neurocirurgia da Rede D’Or, que compreende hospitais e laboratório no Rio de Janeiro. Em relação à frequência, para que a melhora da dor seja flagrante, os especialistas recomendam suar a camisa três vezes por semana, entre 30 e 60 minutos. “Mas, no meu estudo, até mesmo aqueles que fizeram uma única sessão semanal de exercícios apresentaram uma diminuição nas crises”, afirma Luiz Paulo de Queiroz.</p>
<p>Além de privilegiar os esportes aeróbicos, a maneira como se pratica a atividade física conta muito. Se for feita de maneira incorreta, o feitiço se volta contra o feiticeiro &#8211; em vez de mitigar a dor, a malhação acaba por torná-la mais forte e, pior, pode aumentar o número de episódios de crise. “Os exercícios muito intensos ou realizados sem o devido aquecimento não são bem-vindos, especialmente para quem vive com dores de cabeça”, alerta José Kawazoe Lazzoli.</p>
<p>Outra: para que o esporte só produza alívio, é fundamental alimentar-se bem antes e depois dos treinos. Respirar em um ritmo normal ao exercitar o corpo é igualmente recomendação importante. A tendência é prender a respiração quando a gente se esforça em demasia porque a glote, estrutura que se localiza na laringe e que impede a entrada dos alimentos nas vias respiratórias, se fecha. Mas daí a pressão arterial se eleva, o fluxo sanguíneo em direção à cabeça cai e, não demora para aquela sensação ruim pintar na testa e adjacências. Além disso, só saia correndo por aí após se submeter a uma avaliação médica. “O aval de um especialista, assim como o acompanhamento de um fisioterapeuta ou fisiatra quando o indivíduo tiver problemas posturais, é imprescindível”, lembra Barreto.</p>
<p>Infelizmente, nem todo mundo encara a atividade física como aliada contra as dores que atormentam a cabeça. “Existem trabalhos que, ao contrário, afirmam que a enxaqueca, em alguns casos, pode ser desencadeada pelos exercícios”, conta Moisés Cohen. “Nos pacientes em que a crise é provocada pelo esporte, o problema ocorre mesmo quando ele é praticado corretamente”, lamenta Norma Fleming. Ainda bem que casos assim são mais raros. “Fazer um diário da dor ajuda a identificar se esse é um dos agentes que funcionam como gatilho para o desconforto &#8211; ou se é o oposto, quer dizer, uma maneira de alívio”, dá a dica Barreto. E claro: ninguém deve fazer nenhum tipo de atividade física em plena crise de enxaqueca. “Nessa situação, sim, os exercícios podem exacerbar o problema”, alerta Luiz Paulo de Queiroz. Para quem não se encaixa nesse perfil (o que vale para a maioria), a suadeira pode ser o melhor remédio.</p>
<p>por Thaís Szego</p>
<p>artigo do site: http://saude.abril.com.br</p>
<p> </p></div>
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		<title>Fazer horas extras pode aumentar em 60% risco de doenças cardíacas</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 13:03:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Fredericci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corporativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo verificou relação entre saúde, trabalho e tempo livre em funcionários públicos britânicos.
Fazer horas extras diariamente, trabalhando entre 10 e 11 horas por dia, pode aumentar em 60% os riscos de doenças cardíacas, de acordo com um estudo publicado no site da revista especializada European Heart Journal. A conclusão é o resultado de uma pesquisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo verificou relação entre saúde, trabalho e tempo livre em funcionários públicos britânicos.</p>
<p>Fazer horas extras diariamente, trabalhando entre 10 e 11 horas por dia, pode aumentar em 60% os riscos de doenças cardíacas, de acordo com um estudo publicado no site da revista especializada European Heart Journal. A conclusão é o resultado de uma pesquisa com 6 mil funcionários públicos britânicos e descontou fatores de risco cardíaco tradicionais, como fumo. Segundo os autores, o estudo mostra a importância do equilíbrio entre trabalho e tempo livre Ao todo, foram verificados 369 casos de pessoas que sofreram doenças cardíacas fatais, tiveram infartes ou desenvolveram angina. Em vários casos, os médicos constataram um forte vínculo com o número de horas trabalhadas. Personalidades &#8216;tipo A&#8217; Entre as explicações para essa relação, estariam o menor tempo para exercícios e relaxamento, além de estresse, ansiedade e depressão. Além disso, os médicos dizem ter identificado uma relação entre pessoas muito dedicadas à carreira com personalidades &#8220;tipo A&#8221;, altamente motivadas, agressivas e irritáveis. &#8220;Funcionários que fazem horas extras também tendem a trabalhar quando estão doentes, ou seja, relutam em faltar ao trabalho mesmo doentes&#8221;, diz a pesquisa. A epidemiologista Mianna Virtanen, que coordenou o estudo pelo Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional em Helsinki, em parceria com a University College London, afirmou que as conclusões não são definitivas. &#8220;É preciso pesquisar mais antes de termos segurança ao afirmar que fazer horas extras causaria doenças cardíacas coronárias&#8221;, disse Virtanen. O médico John Challenor, da Sociedade de Medicina Ocupacional afirmou que a pesquisa confirma diversos fatos que médicos já conheciam: &#8220;que o equilíbrio trabalho/tempo livre tem um papel vital no bem-estar&#8221;. BBC Brasil &#8211; Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.</p>
<p>Fonte: BBC Brasil e Estadão</p>
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		<title>Musculação vira salvação para ausência dos supermaiôs na natação</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 12:32:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Fredericci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[“Perdi cinco quilos de gordura. Ganhei em músculos. É preciso fazer muita força agora que o traje não ajuda mais a manter o corpo em cima”. A frase é do vice-campeão mundial Felipe França. E mostra como os nadadores estão encarando a nova era da natação mundial, sem os supermaiôs que impulsionaram mais de 100 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Perdi cinco quilos de gordura. Ganhei em músculos. É preciso fazer muita força agora que o traje não ajuda mais a manter o corpo em cima”. A frase é do vice-campeão mundial Felipe França. E mostra como os nadadores estão encarando a nova era da natação mundial, sem os supermaiôs que impulsionaram mais de 100 recordes mundiais no ano passado e estão banidos das piscinas desde 1º de janeiro.</p>
<p>Segundo todos consultados pela reportagem do <strong>UOL Esporte</strong>, os trajes de poliuretano representavam ganho de flutuabilidade aos nadadores. Quem se beneficiava mais eram os nadadores mais fortes e pesados, que não precisavam fazer tanta força para ficar na superfície. “Para alguns atletas, o traje representava aquela diferença entre um tempo muito bom e um recorde mundial”, explica Alberto Silva, o Albertinho, técnico do Pinheiros.</p>
<p>Para contra-balancear esse efeito, os nadadores enfrentaram duas alternativas: ficar mais leves ou ficar mais fortes. Para Felipe França, a segunda alternativa foi a escolhida. “Fizemos uma preparação diferente, para segurar aquele corpo dele em cima na água. Ele vai ter de fazer mais força do que todo mundo”, diz Arílson Soares, técnico do vice-campeão mundial.</p>
<p>Outros, como o também peitista Tales Cerdeira, apostaram no peso. “Eu sempre fui muito leve e os trajes não influenciavam tanto. Prova disso é o tempo que fiz aqui”, fala o nadador, que em Santos fez a quinta melhor marca do mundo em 2010 nos 200m peito (2min10s91).</p>
<p>Nos EUA, a regra também é apostar nos músculos. Que o digam os novos companheiros de Cesar Cielo em Auburn, Nicholas Santos e Henrique Barbosa. Os dois passaram o primeiro semestre treinando por lá e tiveram o gostinho da preparação que fez Cielo conquistar o ouro olímpico e dois títulos mundiais.</p>
<p>“O treino na água é intenso, mas muito curto. Não nado mais do que 4 mil metros por dia, mas a musculação é muito puxada. Bem mais do que aqui”, conta Nicholas. “É um trabalho muito intenso. Muito mais musculação do que eu fazia em Paris ou no Pinheiros”, completa Henrique.</p>
<p>“É bom ter essa mudança drástica. Não adiantaria trocar seis por meia dúzia. Mas a adaptação está custando caro”, continua Henrique. “Com muita musculação, você tem de aprender a nadar como se estivesse descansado mesmo com o corpo pesado de tanto fazer força. Não é fácil”.</p>
<p>Até agora, o Troféu Maria Lenk, que vai até domingo em Santos, mostrou que os trajes tiveram uma influência muito grande nos tempos registrados no ano passado. Em três dias de competições, só um recorde foi quebrado, a marca do campeonato dos 200m costas – batida pelo austríado Markus Rogan. No ano passado, a maioria das provas teve recordes sul-americanos superados.</p>
<div>
<div>Fonte:</div>
<div>Bruno Doro</div>
<div>Em Santos (SP)<br />
Uol.com.br<!--/titulo--></div>
</div>
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		<title>Exercício no calor: informações práticas</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 22:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[A prevenção da injúria térmica provocada pelo calor estressante foi o tópico da “1a Conferência Mundial em Estresse pelo Calor: Esforço Físico e Meio Ambiente”, ocorrida em Sydney, Austrália, de 27 de abril a 10 de maio de 1987. Durante esta conferência, os princípios para a prevenção da injúria térmica foram formulados, discutidos e registrados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A prevenção da injúria térmica provocada pelo calor estressante foi o tópico da “1a Conferência Mundial em Estresse pelo Calor: Esforço Físico e Meio Ambiente”, ocorrida em Sydney, Austrália, de 27 de abril a 10 de maio de 1987. Durante esta conferência, os princípios para a prevenção da injúria térmica foram formulados, discutidos e registrados para uso de médicos especialistas, técnicos, treinadores, atletas e outras pessoas interessadas em minimizar os riscos do calor e do exercício (1) . Os participantes da Conferência apresentaram os resultados de suas pesquisas para o Colégio Americano de Medicina Esportiva, o qual referendou as recomendações, e as publicou em um trabalho intitulado “A Prevenção de Injúrias Térmicas Durante Corridas de Longa Distância” (2) e suas discussões. Um resumo deste trabalho é apresentado a seguir.</p>
<p style="text-align: justify">Algumas Definições:</p>
<p style="text-align: justify">Estresse pelo calor é a sobrecarga de calor originária do metabolismo e do meio ambiente.<br />
A sobrecarga total térmica está relacionada com a intensidade do exercício (carga metabólica), a temperatura ambiente e o potencial evaporativo do ambiente (este está relacionado com a pressão ambiental do vapor de água, ou umidade relativa do ar).<br />
Esforço no calor é o efeito do estresse pelo calor no organismo, i.e., a elevação relativa da temperatura interna, a média da temperatura da pele e o aumento da freqüência cardíaca comparativamente a um ambiente frio.<br />
Exaustão pelo calor é a fadiga que ocorre durante a prática de exercícios em ambientes quentes. Essa fadiga pode ser causada pelo excesso de calor no organismo, a qual ocorre quando a velocidade de perda de calor pelo corpo não é suficiente para eliminar a produção de calor e/ou o ganho do meio ambiente. A exaustão pelo calor pode também ser causada pela desidratação, a qual pode ser responsável pela incapacidade do organismo em manter um fluxo sangüíneo adequado para os músculos esqueléticos em contração.<br />
Insolação é uma desordem potencialmente fatal que ocasionalmente ocorre após a exaustão pelo calor. Se caracteriza pela perda da consciência (coma) devido ao esforço e por sintomas clínicos de danos no sistema nervoso central, fígado e rins.</p>
<p style="text-align: center"><strong>PREVENÇÃO DE DISTÚRBIOS ORGÂNICOS<br />
CAUSADOS PELO CALOR.</strong></p>
<p style="text-align: justify">1. Educação. É muito importante entender que o calor produzido durante o exercício não é facilmente dissipado do corpo quando o meio ambiente é quente e úmido. Recomenda-se que a intensidade do exercício seja moderada quando o clima é quente.<br />
2.Vestimentas. As roupas isolantes reduzem a área superficial do corpo que transfere o calor.<br />
É importante diminuir as vestimentas e assim ter uma maior área superficial de pele pela qual a evaporação pode acontecer.<br />
3. Hidratação. A desidratação progressiva reduz a sudorese e o fluxo sangüíneo para a pele ocasionando um aquecimento excessivo do corpo. É essencial estar bem hidratado antes, durante, e depois do exercício em ambientes quentes (veja na referência bibliográfica 3 os meios para se manter bem hidratado).<br />
4. Preparo Físico. O treinamento físico e a aclimatação facilitam a expansão do volume sangüíneo e proporciona uma maior dissipação do calor em resposta ao aumento da temperatura interna. A maioria dos distúrbios causados pelo calor acontecem com corredores novatos, idosos, e com aqueles que apresentam problemas circulatórios e respiratórios. Estas pessoas são incapazes de se manter ativas por problemas diversos como oportunidades ou inabilidade. Os grupos de risco devem evitar o calor e a atividade intensa.</p>
<p>Autores: Ethan R. Nadel</p>
<p>Artigo do site: <a href="http://www.gssi.com.br/">http://www.gssi.com.br</a></p>
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